É GRANDE A LUTA PELA VOLTA DAS VAQUEJADAS

Tem sido incansável o trabalho de parlamentares, entidades representativas da vaquejada, associação de vaqueiros, organizadores de eventos no sentido de retomar as atividades em todo Brasil. Essa semana tem sido de muitas ações, principalmente pra quem tem agendado corrida nas próximas semanas.

O argumento da geração de renda e da importância da vaquejada na economia tem esbarrado nos números crescentes de casos e mortes nessa pandemia, que têm inquietado os membros dos comitês científicos e autoridades da saúde.

No estado da paraíba a ABVAQ puxou uma reunião, juntamente com Conselho Regional de Medicina Veterinária e  SEDAP - Secretaria de Desenvolvimento da Agropecuária e Pesca, com o Ministério Público da Paraíba com o intuito de celebrar um Termo de Cooperação Técnica que possa adequar as provas à legislação em vigor, assegurando o bem estar animal. 

O diretor de Chancelas da ABVAQ, Valter Papel, garantiu que vai documentar e divulgar a relação atualizada das vaquejadas chanceladas pela associação e seus respectivos locais de realização. Alertou também que o descumprimento das normas será informado aos promotores de justiça responsáveis pela fiscalização da lei. 

Em Pernambuco, o Deputado Clóvis Paiva fez várias gestões junto aos órgãos governamentais para que a vaquejada da Paranatama fosse liberada a sua realização programada para o dia 12 de maio.

No Rio Grande do Norte, a ASSOVARN provocou uma reunião com o Governo do estado apresentando argumentos para a retomada dos eventos. 

Dois deputados: George Soares e Kleber Rodrigues demonstraram preocupação com o esporte e foram até o secretário Raimundo Alves,  Chefe do Gabinete Civil e homem forte da Governadora Fátima Bezerra, com um relatório de dados e prejuízos econômicos e sociais causados pela paralização das atividades e mostrando que é possível realizar os eventos sem público e respeitando os decretos estaduais e municipais.

Agora é aguardar a diminuição dos casos, realizar as adaptações necessárias nos parques, empreender  uma campanha de conscientização nos blogs e programas especializados no segmento para que essa transição seja perfeita e responsável, pois a partir de agora, não haverá mais  vaquejada sem o olhar fiscalizador do MP, imprensa, ABVAQ e opinião pública.

Quem quiser ter "vida eterna" nas corridas tem que rezar na bíblia da vaquejada legal, e respeitar no novo capítulo da Pandemia, uma nova versão das pragas do Egito, que infernizou a  vida do poderoso Faraó.